Regressei de lá há algumas semanas. E eles continuam a pensar que sabem o que é o Verão. De uma vez por todas, "english summer" é o outono português, estamos entendidos?? E para todos os que gostam de me chamar branquela, gravada na minha memória estão as palavras de uma escocesa: "Portuguese? That's why you're so tanned".
Fez do anúncio uma curta aspiracional. Meninas a escreverem mensagens de amor nas costas de um pobre coitado que ressona deitado (para não dizer atirado) na cama, moças acabadas de acordar que se dirigem ao frigorífico por uma cerveja geladinha, festas e festas e festas. Parabéns à cerveja pela escolha. É uma música valente. Uma voz valente. Daquelas que não nos fartamos de ouvir. Já o anúncio... esse começa a chatear...
No meu calendário, aproxima-se o dia marcado com bola vermelha, caneta florescente e muitos pontos de exclamação. Falta pouco para a minha rica semana de férias.
Vai ser a primeira incursão por terras de Sua Majestade.
Vou sem planos, à mercê da anfitriã.
Só espero que o sol se aguente e a chuva se mantenha longe.
Há letras que escutadas no momento exacto, nos deixam, literalmente, sem palavras. Esta é uma delas. E por isso esteve hoje em 'Loop'. O vídeo também tem muito que se lhe diga. Mas cada um que julgue por si. Elbow - One Day Like This
Drinking in the morning sun Blinking in the morning sun Shaking off the heavy one Heavy like a loaded gun
What made me behave that way? Using words I never say I can only think it must be love Oh, anyway, it’s looking like a beautiful day
Someone tell me how I feel It’s silly wrong but vivid right Oh, kiss me like the final meal Yeah, kiss me like we die tonight
Cause holy cow, I love your eyes And only now I see the light Yeah, lying with me half-awake Oh, anyway, it’s looking like a beautiful day
When my face is chamois-creased If you think I’ll wink, I did Laugh politely at repeats Yeah, kiss me when my lips are thin
Cause holy cow, I love your eyes And only now I see you like Yeah, lying with me half-awake Stumbling over what to say Well, anyway, it’s looking like a beautiful day
So throw those curtains wide! One day like this a year’d see me right!
Quero poder ficar em casa a rebolar na minha miséria.
A espojar-me na tristeza da minha infeliz sina; a desejar desaparecer da face da terra; a cantar o fado da carochinha "viúva do João Ratão, cozido e assado no caldeirão"; a chorar lágrimas suficientes para encher a banheira e tomar banhos de imersão.
J. obrigado por teres enviado. Adorei! - o gesto (sabes que me contento com pouco) e o som. Single do quinto albúm dos Elbow. British indie intensa, trovadores urbanos. Amor, desamor. Essencial.
Onde estava em 1986?? Onde estava eu nesta altura?! Que raiva! Queria estar ali e assistir a tudo, tudo, tudo. Para meu desatino, possivelmente estava em casa a ouvir os Queijinhos Frescos. Raios partam os Queijinhos!
Se há coisa capaz de me levar às lágrimas é ver este concerto! Uma das minhas bandas favoritas de sempre. A melhor de sempre. What a performer. What lyrics. Não há margem para dúvidas. Mexe com qualquer um.
E se eu deixasse o meu coração falar, baixinho ele cantaria estas mesmas palavras
Love of my life, you´ve hurt me You've broken my heart and now you leave me Love of my life, can't you see? Bring it back, bring it back, don't take it away from me because you don't know what it means to me...
Love of my life don't leave me You've stolen my love and now desert me Love of my life, can't you see? Bring it back, bring it back, don't take it away from me because you don't know what it means to me...
You'll remember when this is blown over, and everything's all by the way When I grow older, I will be there at your side to remind you how I still love you, I still love you...
Hurry back, hurry back, please bring it back home to me because you don't know what it means to me
Depois de meses mascarada de morena, voltei às minhas origens. Não fugi à regra feminina que dita que, a cada tragédia da vida (permitam-me o dramatismo uma vez que a ferida é fresca, não parou de sangrar e não cessará tão cedo), as mulheres marcam o recomeço com uma mudança. Umas dedicam-se às compras, outras adoptam um novo visual. Incluo-me nesta última categoria. Os meus cabelos estão novamente loiros, ou melhor, mel. Espero que o novo tom seja auspicioso. Decidi lançar um novo olhar sobre (quase) uma década da minha vida. Anos que foram reduzidos a nada. Nem tenho para consolo a amizade de quem foi o primeiro amor da minha vida, a quem me entreguei e que conhece cada centímetro do meu corpo e alma. Ao invés de me focar na mágoa (já tive três semanas para o fazer e não gostei), prefiro gozar os dias que agora estão cheios de sol. E se dúvidas houver se tudo acabou e que chegou a hora de começar de novo, respondo com um «Valeu a pena»:
Com voz serena perguntaram-me ao ouvido valeu a pena vir ao mundo e ter nascido com lealdade vou responder, mas primeiro consultei meu travesseiro sobre a verdade tive porém, que lembrar o meu passado horas boas do meu fado e as más também.
Valeu a pena ter vivido o que vivi valeu a pena ter sofrido o que sofri valeu a pena ter amado quem amei ter beijado quem beijei valeu a pena.
Valeu a pena ter sonhado o que sonhei valeu a pena ter passado o que passei valeu a pena conhecer quem conheci ter sentido o que senti valeu a pena.
Valeu a pena ter cantado o que cantei ter chorado o que chorei valeu a pena.
Valeu a pena ter amado quem amei ter beijado quem beijei valeu a pena.
They call me The Wild Rose But my name was Elisa Day Why they call me it I do not know For my name was Elisa Day
From the first day I saw her I knew she was the one As she stared in my eyes and smiled For her lips were the colour of the roses They grew down the river, all bloody and wild
When he knocked on my door and entered the room My trembling subsided in his sure embrace He would be my first man, and with a careful hand He wiped the tears that ran down my face
On the second day I brought her a flower She was more beautiful than any woman I'd seen I said, 'Do you know where the wild roses grow So sweet and scarlet and free?'
On the second day he came with a single rose Said: 'Will you give me your loss and your sorrow?' I nodded my head, as I layed on the bed He said, 'If I show you the roses will you follow?'
On the third day he took me to the river He showed me the roses and we kissed And the last thing I heard was a muttered word As he stood smiling above me with a rock in his fist
On the last day I took her where the wild roses grow And she lay on the bank, the wind light as a thief As I kissed her goodbye, I said, 'All beauty must die' And lent down and planted a rose between her teeth
Já que não consigo aulas de tango - parece que o facto de não ter par é impeditivo de "bailar" - voltemo-nos para a salsa. A ver vamos se me aguento nos primeiros passos. E se calhar a andar coxa, não ignorem. Apoiem. Cair no chão não tem gracinha nenhuma. Arriba!
E há que dizer que os bons gostam de salsa. Salsa faz falta. Exemplo Seinfeldiano de como todos gostam de salsa... mesmo que seja o condimento: GEORGE: "Why don't they have salsa on the table?" JERRY: "What do you need salsa for?" GEORGE: "Salsa is now the number one condiment in America." JERRY: "You know why? Because people like to say "salsa." "Excuse me, do you have any salsa?" "We need more salsa." "Where is the salsa? No salsa?" GEORGE: "You know it must be impossible for a Spanish person to order seltzer and not get salsa. "I wanted seltzer, not salsa!" JERRY: "Don't you know the difference between seltzer and salsa? You have the seltezer after the salsa!"
tenho saudades tuas. apesar de todo mal que me causaste, com as tuas mentiras e enganos. apesar de toda a dor que ainda me causas, porque me lembro de ti a cada momento que passa. Pergunto-me se pensas em mim ou se prossegues pela tua vida sem mácula. e é então que a dor se aprofunda porque sei que não pensas em mim.
tenho saudades tuas. de falar contigo à noite. de ouvir-te falar do teu dia. de escutar os teus planos.
tenho saudades de te ter a meu lado, mesmo quando adormecias, mesmo quando resmungavas que as minhas mãos eram frias, mesmo quando te irritavas porque insistia em dobrar os lençóis da cama.
Prefiro esquecer as lágrimas que provocaste. esquecer as lágrimas que ainda provocas. esquecer que ignoravas o que te dizia. esquecer que me trocaste. esquecer que me traiste em mais formas do que uma.
Tenho saudades do meu melhor amigo mas prefiro esquecer-te para poder também eu viver sem mais chorar.
a perda do brilho, a falta de vontade, a ausência da força. Factos da vida que me assiste viver. Dos passos a dar até chegar a um destino vazio, onde nada cresce, nada nasce. Apenas e só vazio. Escuro, frio, isolado. Solidão. Não há calor que sobreviva nem vida que renasça. Resigno-me. É tudo o que posso fazer. Aceitar o que sou, aceitar onde me encontro. Aceitar o choro. Aceitar a falta do teu amparo. Desisto de procurar respostas. Estou cansada. Prefiro fechar os olhos e deixar-me levar por este negrume. Passar para o outro lado e viver na sombra de uma vida que não é minha, roubando rasgos de bondade e alegria por onde passar, vivê-los sabendo que não são meus. Contentar-me com os restos que caem sem dono, secos e privados de sabor. Os meus braços estão caídos em sinal de derrota. Não há quem lute por mim. Não há quem me resgate. Neste vazio, as portas foram fechadas e seladas. Por mim. Para fugir. Para não mais viver fora daqui. Aceito sem discutir, sem regatear, com a esperança de que esta penitência possa absolver-me. Quem sabe quando. Um dia. Mesmo que seja no derradeiro.
Inaugurou hoje com pouca pompa e nenhuma circunstância o novo site de cinema fila-jota.com, projecto que se assume como uma nova abordagem virtual ao mundo do cinema, assente na apreciação rigorosa, isenta e esclarecida dos filmes em cartaz e dos lançamentos em DVD, feita por quem gosta de cinema e destinada a quem gosta de cinema.
Sem preconceitos, sem discriminação a priori de géneros, actores e realizadores e sem altivez intelectual (com percentagem bastante reduzida de colaboradores com óculos de massa).
Tratando-se de um projecto com a chancela Inépcia (a BBC não estava disponível), convidam-se todos a passar por lá.
Instalem-se, sintam-se à vontade, mas tentem não deixar pipocas no chão.
Caso não entendam o porquê da promoção gratuita, espreitem aqui.
Para este dia em que os céus sobre Lisboa choraram as minhas lágrimas, recomenda-se o último albúm dos Goldfrapp. "Seventh Tree" é mais melodioso e menos sexualmente arrojado. Talvez por isso, surpreenda pela diferença em relação aos trabalhos lançados até agora. A ouvir em local preferivelmente seco e acochegado. A quem fuma, que saque do cigarro.
Que se registe que estou a adorar ouvir uma e outra e outra vez esta menina do País de Gales. Com uma voz forte, esta loira de lábios voluptuosos passeia-se pelo jazz, soul e sonoridades que remetem para as décadas de 50 e 60. A caminhada contou com a mão de Bernard Butler (Suede). O single de lançamento é Mercy. Não se trata de um 'one hit' album. Stepping Stone e Scared são músicas que ficam no ouvido.
Há quem compare Duffy a Dusty Springfield. Com as devidas diferenças. Cada um que julgue por si através desta raridade. Dusty e Jimmy. Jimmy Hendrix.
Acerca da novela nacional que envolve o dançante triângulo amoroso aluna-professora-telemóvel, tenho a dizer o seguinte:
1. A aluna teve uma boa interpretação mas é parva. 2. A professora é mole e vai-se a baixo rapidamente. Também deve ter uma doença nas mãos porque senão, de que outra forma se justifica não ter dado um tabefe na parva. 3. O aluno que filmou tudo, também com um telemóvel transgressor, passou de anormal a herói. 4. As frases "Dá-me o telemóbel já", "A velha vai cair" e "Faxona, sai da frente" são um hits de sucesso. "Telemóbel" não é erro, é sotaque. 5. Ainda ninguém se deu ao trabalho de explicar o que é uma "faxona".
Os restantes episódios que se seguirão considero-os à priori regurgitos de dementes Prima-donnas Faxonas! Acoplei estas palavras e acho que vão bem: Prima donna faxona! Os direitos de autor são meus mas continua à espera de saber o que é uma faxona.
A descida do IVA foi literalmente a montanha a parir um rato. A verdadeira notícia, dramática para a grande maioria, quase passa despercebida. A título pessoal, não me aflige porque não gosto. "Eu é mais shots."
Quando uma menina fica grávida, as amizades também ficam de esperanças... no mínimo até ao grau dois de proximidade - "eu conheço alguém que conhece uma grávida". Agora que nos aproximamos do final do termo, damos por nós a fazer um balanço da vida. É um novo período que se inicia. Daqui para a frente nada será o mesmo. A verdade é que nós, mulheres e amigas, vivemos em conjunto as emoções da maternidade. Não se trata da maternidade alheia. É a maternidade de uma de nós, de uma semelhante. A partilha da amizade acarreta esta engraçada partilha de algo mais.
Vivemos a ansiedade dos pais em relação a tudo o que envolva o rebento. Sofremos com a expectativa, aplaudimos quando se descobre a novidade, sorrimos com as contas para descobrir o signo, a descoberta do sexo é aplaudida e celebrada, o nome é uma decisão partilhada em multidão, o choro também é colectivo em especial se nos lembrarmos de quando andávamos na faculdade e as nossas prioridades se resumiam à hora imediatamente a seguir às aulas e se havia uma sandes de delícias do mar no bar (consta que passados 10 anos, ainda existem... tremo de pensar se são exactamente as mesmas…)
Se espaço houver para um flashback, fico boquiaberta a ver este filme composto pelas nossas vidas. É fantástico e, às vezes, nem parece ser o nosso filme. O nosso primeiro encontro, a nossa primeira zanga, o nosso primeiro casamento, o nosso primeiro divórcio, o nosso primeiro segundo casamento... e agora, o nosso primeiro filho/ sobrinho. E é aqui que tudo muda...
Não sei o que aí vem. Mas sei quem aí vem. E quanto mais penso, mais boquiaberta fico… calculo que ficamos todas. Minhas queridas, minhas lindas, esta é a minha declaração de amor a vocês as duas.
Sob o lema: Margem Sul sticks together... no «Pato Real» ou «Continental», não importa!
Psst! Não foi fácil encontrar um gatinho fofinho que cantasse assim! Só por ti procuro seja o que for com gatinhos fofinhos...mesmo que já tenha passado uma hora e vinte minutos desde o teu dia de aniversário!
A ideia não é original e dizem os especialistas que graficamente podia ser bem melhor. Algo a ver com os olhos olharem para onde não é suposto.
Há até quem coloque em dúvida a velocidade - para mim, dos 0 aos 100 em 8 segundos é muito, se considerar que um autocarro da Carris demora quase 5 minutos a arrancar da paragem no Terreiro do Paço...
A lista do bling bling. Processarei a entidade responsável pelo ranking no caso de o meu nome constar do primeiro milhar de bilionários. Não admito que me misturem com gente estranha.
Este é o meu esforço de separar a nata do coalho.
(É preciso esclarecer que neste caso, e só neste, em que me comparo aos que estão na lista do bling bling, sou eu que sou o "coalho". Uma equivalência, chamemos-lhe simpática, à liquidez dos meus bens. Explicando melhor, neste cantinho o bling bling não flui. Arrasta-se, tem grumos. Dúvido que os primeiros milhares dos que estão na lista do bling bling entendam. Os que não estão de certeza que sabem ao que me referi. Fim de explicação.)
A todo o momento, aguardo que brote um astro gingão da secretária, rapte a laranja e se ponha a ler a Visão e comente a fotografia do Nick Cave: "G'anda bigodaça!"
Agora é a vez da Amy Winehouse. Não aparece no videoclip. É só voz. Nem vou explorar a razão desta ausência. Não é como se ela alguma vez tivesse mentido a alguém. Sempre foi muito sincera. Com todos.
Consta que vem ao Rock In Rio.
O suficiente para me fazer ir lá. Só por ela. De resto, o line up do evento assemelha-se ao "regresso dos mortos-vivos".
Acompanho o fervor eleitoral norte-americano. Dúvidas houvessem, estou pelo Obama. Muito pela antipatia institiva que sinto pela Mrs. Clinton. Para além desta nota, a única emoção que tenho pelos States é o sonho de um dia visitar os estados do Oregon e Nova Iorque. Pontas opostas de um mesmo país e não são só estas as oposições entre os dois estados.
Fidel Castro renunciou à Presidência do Conselho de Estado de Cuba, anunciou hoje o diário oficial Granma na sua edição online. «Não aspiro, nem aceitarei - repito - não aspiro, nem aceitarei o cargo de Presidente do Conselho de Estado e de comandante-em-chefe», escreveu Fidel Castro, 81 anos, afastado oficialmente do poder há cerca de 19 meses, devido a doença. Raul Castro, irmão de Fidel e actual Presidente interino, deverá ser o escolhido para presidir ao Conselho de Estado, segundo os observadores. “Chegou o momento de escolher o Conselho de Estado, o seu presidente e vice-presidente”, referiu Fidel, referindo-se às eleições da próxima semana. O parlamento cubano, recentemente eleito, reúne-se no dia 24 de Fevereiro para designar os membros do Conselho de Estado, a mais alta instância do poder executivo do regime comunista, bem como o presidente - equivalente a chefe de Estado - e o ou os vice-presidentes. Na mensagem ao Granma, Fidel Castro sublinhou ter tido “honra de ocupar este cargo - presidente do Conselho de Estado - durante longos anos”, depois da nova Constituição de 1976. O líder comunista está à frente dos destinos de Cuba desde a revolução de Janeiro de 1959. A mensagem de Fidel Castro está datada de 18 de Fevereiro, com a indicação de que foi assinada pelo próprio líder comunista às 17:30 locais (22:30 de Lisboa). “Conhecendo o meu estado de saúde crítico, muita gente no estrangeiro que a renúncia provisória ao cargo de presidente do Conselho de Estado, a 31 de Julho de 2006, que deixei nas mãos do primeiro vice-presidente Raul Castro Ruiz, era definitivo”, acrescentou. “Mais tarde, pude novo recuperar totalmente as minhas faculdades, tive a possibilidade de ler e de meditar muito, obrigado a isso pelo repouso. Ao mesmo tempo tinha forças físicas suficientes para escrever durante muitas horas, a par da recuperação”, relatou Fidel Castro na mensagem. “A minha primeira obrigação depois de tantos anos de luta era de preparar (o povo) para a minha ausência, psicológica e politicamente. Nunca deixei de lembrar que se tratava de uma recuperação que não era +isenta de riscos+”, acrescentou. “Felizmente, o nosso processo (político) ainda conta com quadros da Velha Guarda, unidos a outros, que eram mais jovens quando começou a primeira etapa da Revolução”, referiu. “O caminho vai ser difícil e vai exigir o esforço inteligente de todos”, indicou. “Não vos digo adeus. Desejo combater como um soldado das ideais. Continuarei a escrever, sob o título “Reflexões do camarada Fidel”. Será uma arma do arsenal, com a qual há que contar. Pode ser que a minha voz seja ouvida. Serei prudente. Obrigado”, conclui a mensagem. (LUSA)
Qual a reacção natural quando um dos nossos preferidos de música anuncia que vai fechar? Um grito lancinante, em modo mudo, finalizado com um "E agora?!"
Qual a reacção natural quando voltamos a encontrar a fonte do blogue de música preferida, reinventado mas fiel à sua missão primordial? Palminhas, palminhas, rematadas com um "Aleluia!"
Nota: Todas as reacções aqui descritas são naturais em mim. Não gozar por favor.
Gosto de ver o que os outros fazem. Face à minha fraca veia artística, tiro partido da beleza e criatividade dos outros, admirando cada trabalho. Um desses criativos fetiches mora na cave. Gosto dos bicharocos e dos habitantes (de terras longínquas e outras nem tanto). Existem outros que visito e aprecio, alguns bem patentes na lista de blogs frequentes. Outros que também conheço, são mais tímidos a revelar os seus dotes. Uns para a banda desenhada (cof cof, sabes quem és), outros para obras dramáticas (cof cof, também sabes quem és).
Timidez à parte, arte é arte e a cada um o seu toque pessoal. A quem falta jeitinho, como eu, cabe a função de dar a opinião. Honesta, claro.
Para quem quiser ver um filme com um enredo insípido, actuações fracas e um argumento que não se aguenta nem em dois palitos... corram a ver o 'Jumpers'. À saída, fustiguem os remorsos por não terem optado antes por ver 'Astérix nos Jogos Olímpicos'.
Apesar de na embalagem se ler 'negrettino' para mim serão sempre Bombocas! Como dizia o velho anúncio, o das loucas corridas, «É bestial». E adicione-se, à laia do anúncio de versão natalícia, «Estas são para mim»!
O jantar foi sentado. Cá em casa, como é óbvio, porque não há pachorra para os restaurantes minados de corações, vendedores de "frôs" e gente à espera até à rua de cima. Eu até sou menina romântica mas há limites.
Fiquei-me pela sensação de extrema felicidade por jantar em casa sem ser no sofá - habemus cadeiras! Chegámos ao acordo de não oferecer nada. Confesso que gostava de ter recebido um presente. Mas é preferível ser sensata e não embarcar no consumismo deste dia. Resolveu-se a questão com a criação dos "10 minutos para ME oferecer uma prenda fútil". Faster than a speeding bullet ou que o registo de uma empresa na hora, este dia nasceu e a sua missão foi cumprida. Dei por encerrado este dia com um par de brincos novos.
Há muito a dizer desta tonalidade de amarelo que, de uma forma simpática e acolhedora, me leva a esboçar um sorriso e a sentir o conforto de estar na minha alegre casinha. Mesmo que seja a esta hora da manhã. Mesmo que a goteira e o esquentador continuem a precisar de concerto.
Convenhamos! São quatro da manhã e na SIC está um 'Quim' com os óculos mais parvos que já vi à face da terra ou num qualquer balcão de uma loja de óculos, a falar demasiado alto para o meu gosto e com argumentos para me manter sintonizada, argumentos esses ainda mais parvos do que os óculos. Mas numa estranha sensação de atracção pelo bizarro, não consigo deixar de olhar para aquilo... Ele quer que eu telefone para lhe dar letras. Ouvem-se buzinas e ele faz adeus e chama pelo sr. Joaquim.
Valha-me Deus! Que raio de estafermismo é este que eu não consigo deixar de ver?! Vou antes mudar para a dois e ver o outro senhor, pelos vistos doente do foro neurológico, a tocar piano.
Enquanto o resto do mundo celebra o facto de ser sexta-feira, eu estou em casa a "córtir" a goteira que tenho no lava-loiça. Para melhorar a coisa, e numa tentativa vã de provar a mim própria que até podia ter um futuro como 'handy-woman', dei cabo da alimentação do esquentador! Alguém sabe o que quer dizer a mensagem «F O»? É algo técnico ou o esquentador está realmente a gozar com a minha cara? «F O» foi também mais ou menos o que eu disse... Ou o Sr. Taborda vem cá amanhã ou então não sei o que faça. Quer dizer, saber até sei. Vou feder... Ao resto do mundo, bom fim-de-semana. rsrsrsrsrsr
Há alturas em que só apetece passar rapidamente umas quantas semanas. Bastava só duas. Mas a passar em... 10 segundos! É que dava tanto jeito. A sério! Estou a estalar de ansiedade. As próximas semanas vão ser terríveis. FIngers Crossed!
P.S.: Em Portugal, ninguém se arriscou a subir ao palco para fazer o elemento falado. Se tivessem pedido, eu ia. Bastava perguntar. Entretanto, registe-se a letra... just for kicks!
You can go out, dancing And I'll write about you, dancing without you And I'll shed a tear between my legs When you were here, I missed you Now that you're away, I'm out there without you And I shed a tear between my legs
Though we live in the same city, You live in another state far away from me and all of my unfaded charms But when the rocket ships all fall, and the bridges, they all buckle And everybody's packing up their station wagons There's a number you can call, like a breast that you can suckle And we quietly will exit as it all is happening
Again, I'm afraid of one thing, Will I walk away from love knowing nothing, wearing my heart between my legs? But when I know you're naked, lying on the bed while I'm at the piano All I can say is I can't fake it
When the rocket ships all fall, and the bridges, they all buckle And everybody's packing up their station wagons There's a number you can call, like a breast that you can suckle And we quietly will exit as it all is happening again 'Cause there's a river running underground, underneath the town towards the sea, That only I know all about On which from this city we can flee
(Aplaudam no fim. Obrigado/ Clap at the end. Thanks)
Para mim, um dos melhores filmes que vi ultimamente foi o Cloverfield. Não vou arruinar a experiência a ninguém com descrições narrativas. Reforço apenas que é obrigatório.
Também já cumpri o meu papel de fã incondicional e vi o Sweenney Todd. Com toda a honestidade, não é brilhante mas gostei.
Fã que é fã não diz mal mas acusa o "piquinho" a azedo de loucura mansa (ou nem tanto!).
Vi muita gente desconfortável na sala de cinema, muita pipoca que ficou por comer. Ninguém saiu da sala. Somos todos fortes... e enjoados.
Se há coisa que realmente me tira do sério, é ver que há pessoas que não respeitam o trabalho dos outros. Para quem trabalha com "clientes", este tipo de situação chega a ser uma afronta pessoal. Um grande estalo. Sem luva branca ou outro adereço... Meus senhores e senhoras clientes, comportem-se como gente decente! Eu estarei por aqui, durante o resto deste dia a dizer mal das vossas vidas e das vossas pessoas, com um linguarejo de tal forma vulgar que fará cair o último cabelo de uma velha careca!
O meu calendário marca amanhã o Dia das Amigas. Considerando que a fonte não será muito fidedigna (estou numa fase em que questiono tudo, inclusive eu própria), faz todo o sentido celebrar este Dia, mesmo que seja com breves palavras. Tenho saudades das minhas amigas e amigos da secundária, das minhas amigas e amigos da faculdade, das minhas amigas e amigos que em memória estão mais distantes. De vez em quando, lá brota a esta desmemoriada cabeça a Faranaze, a Cláudia, o ‘Conchinho’, o ‘Fininho’, o ‘Parvómetro’, o Gonçalo, o Spaghetty e tantos outros… As corridas que fazíamos junto aos campos basquetebol, os ataques às semi-cultivadas hortas das aulas de hortofloricultura em busca de rebentos de qualquer espécie – a calma sempre foi curta para tantas alminhas em ebulição, as fugas à aula de Educação Física (vendo bem, a todas as outras disciplinas também), as tardes passadas no salão de snooker, as manhãs passadas a dormir amparadas no muro e ao sol… as recordações são tantas e tão boas! Já na faculdade, cultivava-se da mesma forma empenhada a fuga às aulas. O esconderijo predilecto era aquele antro pasteleiro e de fumo passivo a que agora me escapa o nome mas que decerto “Dona” Clara saberá relembrar. Não me resta o dia, nem a semana mas descrever tudo e todos os que me lembro e de quem tenho grandes saudades. Quer seja pela brincadeira, pela aventura, pelas “dentadinhas” cravadas, há uma lista de amigos e amigas que aprecio muito e que não me esqueço… Sem mais lamechices, para todos vós, e aqueles que ainda me arrisco a conhecer, um feliz dia dos Amigos e das Amigas. Vocês estão todos aqui! (pancadinhas de mão fechada no coração… se bem que não era necessário descrever, é sempre bom enfatizar um pouco mais).
Enquanto chovia lá fora, Jesus Cristo gritava à porta da cozinha, totalmente encharcado: «Tia, tens uma pessoa na casa de banho!»
P.S.: Tenho andado doente, com acessos de delírio, mas... macacos me mordam se aquela figura não se assemelhava ao dito! E pouco mais falta para ter o cabelo mais comprido do que eu. Depois admiram-se de haver confusões... sim senhora...